domingo, 27 de novembro de 2011

você nasceu.

Note, nota, nude do rosto
quando passo por mentiras em pleno vôo
impressionante como assim não precisais de mim
Daqui, corria atrás de mim..
a solidão mastiga meu peito, feridento mal cicatrizante..
grotesco miserável, insano !
e vem com suas enormes pernas, tire de mim esse escarro
sentimentalismo imundo. Vou sair. Já sai. Agora ?
o que queres ? bica/boca/náuseas na boca..
onde isso tudo me leva ? a mais solitária destes 23 anos!
a imensa insensatez mergulha junto com minhas vísceras
amanhã sentada com vinte ou vinte dois caroços montados
em meu pleno conjunto de esferas, que pintei aqueles que sonhei.. solidão vagarosa..
cubos cristalinos de cerâmica no rompimento de veias do
sistema cósmico dos sentidos.
sou moscada.
cujo descende bico-de-cegonha-moscada. Serás toda minha para todo meu amor ir até você, passar por seus pulmões afetados inúmeras vezes pelo vicio inadequado
leve tua cova para longe daqui. Não aceito perder a única
entre todos os ossos “mocos”
já vai ? feche a porta e não pense mais em mim!
aceite aquele vinte três ou até mesmo quarto, que desejo concretizar.. gosto disso as vezes. Me sinto melhor !