sexta-feira, 30 de março de 2012

Panorâmica

Entrada triunfal! abre duas janelas repletas de moscas incrédulas.. sinto-me acompanhada pela carnificina dos arredores solenemente majestade, manifesta, arrepia.. meios seios intangíveis e minha silhueta apalpada, destruída mensalmente. Manifesto minha insensatez ao redor, sem aparecer 3 xícaras? ouço os paços aflitos por esperar de mais, ou precipitei-me ?! moço estais cego ? ele baixou os olhos e sentiu pena. Veja ele em quarta pode Amar. ela era única Bela mulher! expresse o que lhe resta, sabemos que sim à de querer. liberto seu vazio amargo. Vá sem presa nem qualquer tipo de arrependimento, estarei bem! neste mesmo lugar! estou aqui, observando suas janelas repletas de anzois chamuscamos da ferrugem diária. aplaudindo aquelas doces palavras! Amor fechado roncou. Um Nove Oito com Oito ela(eu-mais) Ama!! Venha eu conto mais um pouco - menos menos menos menos (mais) três menos a pequena Ama mais. Sem nada tenho tudo, tenho nada como posso ter tudo ? cont..

domingo, 27 de novembro de 2011

você nasceu.

Note, nota, nude do rosto
quando passo por mentiras em pleno vôo
impressionante como assim não precisais de mim
Daqui, corria atrás de mim..
a solidão mastiga meu peito, feridento mal cicatrizante..
grotesco miserável, insano !
e vem com suas enormes pernas, tire de mim esse escarro
sentimentalismo imundo. Vou sair. Já sai. Agora ?
o que queres ? bica/boca/náuseas na boca..
onde isso tudo me leva ? a mais solitária destes 23 anos!
a imensa insensatez mergulha junto com minhas vísceras
amanhã sentada com vinte ou vinte dois caroços montados
em meu pleno conjunto de esferas, que pintei aqueles que sonhei.. solidão vagarosa..
cubos cristalinos de cerâmica no rompimento de veias do
sistema cósmico dos sentidos.
sou moscada.
cujo descende bico-de-cegonha-moscada. Serás toda minha para todo meu amor ir até você, passar por seus pulmões afetados inúmeras vezes pelo vicio inadequado
leve tua cova para longe daqui. Não aceito perder a única
entre todos os ossos “mocos”
já vai ? feche a porta e não pense mais em mim!
aceite aquele vinte três ou até mesmo quarto, que desejo concretizar.. gosto disso as vezes. Me sinto melhor !

domingo, 18 de setembro de 2011

Pausa

Cof Cof Cof..
Escarrava seu muco grosso e amargo pela manha
rachava propositalmente seus lábios grossos que descascavam
dia após dia, semanalmente, anualmente..
cruel pensar que mensalmente sangraria, para mostrar sua real origem
os tolos reclamam, os sábios amavam seu gosto.
Como ouvi em uma noite implícita de amor selvagem.
Doce são os lábios de sua vagina, que boca, que seios, que pernas
... deliro com você.
Eu ? dizendo isso ? não conseguiria !
Cada vez que soca você volta me rasgando “Irrupção” goza. Goza.
vai(.) não vem !!
Pausa. Cof cof cof
escarrei minha dignidade, Me Curra.
noite fuugaazz.. imbecil , ignorante.
Pederasta Pedante ! FORTE. QUERO MAIS. DE TUDO DE SI !
Amanhã terei rugas
Co f
C of Ccof (........)
repetindo como “ A menina de chapéu”
cccof . Louca V e n e t a !

terça-feira, 23 de agosto de 2011

A menina de chapeú

Descontrolada como todos diziam
mas amava as flores.
cortineiras sempre fechadas
contra tudo que promovia a claridade
enriquecida por saber o que mais ninguém
poderia saber
encontro-me debruçada em um livro
eternamente jovem
basta um olhar para a menina de chapéu
cair em prantos
em meio a solidão olhava para seus pés
inalienável com seus devaneios momentâneos
contestar sua própria verdade, acha fácil ?
para a menina de chapéu não seria .
PAREM de caluniar seu chapéu
ela só quer brincar sem tomar um safanão
um dia resolve se libertar
dos monstros que a controlavam
e nua ela ficou, e assim saiu pelas ruas mais movimentadas
com apenas um chapéu cor de fogo por cima de seus fios
incólumes de cabelo.
sorrindo e cantarolando
pobre menina de chapéu não sabia o que a aguardava
todos a olhava como se estivesse louca VENETA
calma menina você pode se controlar
cinco, quatro, três, dois, um
não me lembro de nada.... sim eu era a menina de chapéu.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

O mundo

O mundo que roda
O mundo que sonha
O mundo que come
O mundo que dorme
O mundo que mata
O mundo que cria
O mundo que ensina
O mundo. Quem é este que todos
Nós tememos a enfrentar
Que destrói meus sonhos
Que mata meus amores
Que acaba com minhas conquistas
Quem é este em que perambulo
De salvador a Pernambuco
De minas gerais a Porto Alegre
De lá para cá, dali (praqüi)
Eu posso viver neste mundo ?
Ai fora com todos e tantos
E você consegue andar sozinho neste mundo ?
Pensando bem... é
uma boa pergunta(...)